Voz da Mídia
AGORA07 de julho de 2026
Irã não nutre inimizade pelo povo dos EUA, diz Masoud PezeshkianEBC lança edital para programas radiofônicos independentesDF tira parte da área da Serrinha do Paranoá de plano para salvar BRBEm balanço, Marina destaca queda do desmatamento e maior fiscalizaçãoPM relata ao STF troca do carregador da tornozeleira de BolsonaroGoverno federal faz mais duas trocas em ministérios antes das eleiçõesDiretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidadeDólar retoma nível pré-guerra e Bolsa sobe com possível acordo com IrãBrasileiro feminino: Bahia derrota América-MG e assume 3ª colocaçãoProdução de petróleo e gás natural do Brasil bate recorde em fevereiroPreços de medicamentos podem variar mais de 2.400% em farmácias de SPBrasil vê avanço com EUA, mas mantém etanol fora da negociaçãoDefesa de Bolsonaro esclarece armas não encontradas pelo ExércitoJustiça Eleitoral começa a convocar mesários para eleições de outubroReunião com bancada do agro termina sem acordo sobre dívidas ruraisEnamed 2026: prazo para recurso de atendimento termina hojeNúmero de acidentes com a rede elétrica cresceu no Brasil em 2025Argentina busca virada, despacha Egito e mantém vivo o sonho do tetraProdução de veículos sobe 8,8% no primeiro semestre, diz AnfaveaFamília da escultora Conceição dos Bugres apresenta suas obras no RioIrã não nutre inimizade pelo povo dos EUA, diz Masoud PezeshkianEBC lança edital para programas radiofônicos independentesDF tira parte da área da Serrinha do Paranoá de plano para salvar BRBEm balanço, Marina destaca queda do desmatamento e maior fiscalizaçãoPM relata ao STF troca do carregador da tornozeleira de BolsonaroGoverno federal faz mais duas trocas em ministérios antes das eleiçõesDiretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidadeDólar retoma nível pré-guerra e Bolsa sobe com possível acordo com IrãBrasileiro feminino: Bahia derrota América-MG e assume 3ª colocaçãoProdução de petróleo e gás natural do Brasil bate recorde em fevereiroPreços de medicamentos podem variar mais de 2.400% em farmácias de SPBrasil vê avanço com EUA, mas mantém etanol fora da negociaçãoDefesa de Bolsonaro esclarece armas não encontradas pelo ExércitoJustiça Eleitoral começa a convocar mesários para eleições de outubroReunião com bancada do agro termina sem acordo sobre dívidas ruraisEnamed 2026: prazo para recurso de atendimento termina hojeNúmero de acidentes com a rede elétrica cresceu no Brasil em 2025Argentina busca virada, despacha Egito e mantém vivo o sonho do tetraProdução de veículos sobe 8,8% no primeiro semestre, diz AnfaveaFamília da escultora Conceição dos Bugres apresenta suas obras no Rio
Internacional

Surto de Ebola no Congo ainda está em “fase de expansão”, afirma OMS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta terça-feira (7) que o surto de Ebola no Congo ainda não se estabilizou e continua se expandindo, com a transmissão impulsionada pela movimentação da população. A República Democrática do Congo confirmou 1.561 casos, incluindo 506 mortes, no pior surto já registrado da rara cepa Bundibugyo do Ebola, para o qual, segundo a organização, não há tratamento ou cura comprovados. Notícias relacionadas: OMS: Europa pode enfrentar “semanas mais mortais”

Fonte: Emma Farge07 de julho de 2026 às 14:340 visualizações
Compartilhar:WhatsAppFacebookX
Surto de Ebola no Congo ainda está em “fase de expansão”, afirma OMS
Foto: Agência Brasil
A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta terça-feira (7) que o surto de Ebola no Congo ainda não se estabilizou e continua se expandindo, com a transmissão impulsionada pela movimentação da população.

A República Democrática do Congo confirmou 1.561 casos, incluindo 506 mortes, no pior surto já registrado da rara cepa Bundibugyo do Ebola, para o qual, segundo a organização, não há tratamento ou cura comprovados.

“Infelizmente, ainda está na fase de expansão. Gostaríamos de dizer que a situação está se estabilizando, mas, francamente, ainda não podemos afirmar isso”, disse a médica Anne Ancia, representante da OMS no país, a repórteres por videoconferência de Bunia, no epicentro da epidemia.

Ela afirmou que ainda há grandes desafios, como a quase saturação de alguns centros de tratamento do Ebola, com índices de ocupação em torno de 90%.

De acordo com a médica, outra dificuldade ocorre porque os trabalhadores que adoecem na cidade mineira de Mongbwalu não estão buscando tratamento localmente, em vez disso, viajam e disseminam a doença para novas regiões.

“Os deslocamentos populacionais, a insegurança persistente e  fragilidade do sistema de saúde continuam a complicar os esforços para controlar o surto”, disse ela.

É proibida a reprodução deste conteúdo

Mais em Internacional