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AGORA09 de julho de 2026
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Policial civil é morto com tiro na cabeça na Zona Norte do Rio

O policial civil Carlos Alberto Freire Neto, de 35 anos, morreu nesta quarta-feira (8) quando o carro descaracterizado em que estava foi atacado a tiros, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Outra policial foi ferida na perna pelos disparos e está fora de perigo. Segundo a Polícia Civil, os agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) faziam um levantamento na região da Favela do Muquiço e foram alvo de criminosos da comunidade, que é dominada pela facção Terceiro Comando Puro (TC

Fonte: Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil08 de julho de 2026 às 21:150 visualizações
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Policial civil é morto com tiro na cabeça na Zona Norte do Rio
Foto: Agência Brasil
O policial civil Carlos Alberto Freire Neto, de 35 anos, morreu nesta quarta-feira (8) quando o carro descaracterizado em que estava foi atacado a tiros, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Outra policial foi ferida na perna pelos disparos e está fora de perigo.

Segundo a Polícia Civil, os agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) faziam um levantamento na região da Favela do Muquiço e foram alvo de criminosos da comunidade, que é dominada pela facção Terceiro Comando Puro (TCP).

Os policiais foram socorridos para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, na Zona Oeste da cidade. Atingido na cabeça, Carlos Alberto morreu no início da tarde.

Após o ataque, centenas de policiais civis cercaram a Favela do Muquiço, mas os autores dos disparos não foram localizados. Na ação, foram usados também dois helicópteros da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core).  

Em nota, a Secretaria de Polícia Civil lamentou a morte do policial, que ingressou na instituição em dezembro de 2023 e, desde maio, estava lotado na DHBF. Carlos Alberto deixa esposa e dois filhos.

O governador em exercício, desembargador Ricardo Couto disse, em nota, que recebeu com profunda tristeza a notícia.

“O governo do Estado acompanhará de perto as investigações para que os responsáveis por esse crime sejam identificados, presos e responsabilizados com o máximo rigor da lei. Ataques contra agentes de segurança são inaceitáveis e receberão uma resposta firme das instituições”, afirmou o governador.

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