Voz da Mídia
AGORA17 de setembro de 2026
Irã não nutre inimizade pelo povo dos EUA, diz Masoud PezeshkianEBC lança edital para programas radiofônicos independentesDF tira parte da área da Serrinha do Paranoá de plano para salvar BRBEm balanço, Marina destaca queda do desmatamento e maior fiscalizaçãoPM relata ao STF troca do carregador da tornozeleira de BolsonaroGoverno federal faz mais duas trocas em ministérios antes das eleiçõesDiretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidadeDólar retoma nível pré-guerra e Bolsa sobe com possível acordo com IrãBrasileiro feminino: Bahia derrota América-MG e assume 3ª colocaçãoProdução de petróleo e gás natural do Brasil bate recorde em fevereiroBolão de Presidente Venceslau (SP) leva R$ 101 milhões na Mega-SenaSP Open: após revés, Naná Silva dá volta por cima e avança nas duplasVeja como foi a quinta-feira (17) dos candidatos a presidentePublicações históricas são devolvidas à Biblioteca NacionalEscolas da Bahia e do Pará vencem prêmio nacional de sustentabilidadeSociedade pode se inscrever para integrar delegação do Brasil na COP31Justiça Eleitoral rejeita cerca de 1,2 mil registros de candidaturaMendonça rejeita ação contra reajuste do Bolsa FamíliaPrêmio reconhece pesquisas brasileiras sobre mudanças climáticasSTJ suspende processos sobre aluguel de curta temporada em condomíniosIrã não nutre inimizade pelo povo dos EUA, diz Masoud PezeshkianEBC lança edital para programas radiofônicos independentesDF tira parte da área da Serrinha do Paranoá de plano para salvar BRBEm balanço, Marina destaca queda do desmatamento e maior fiscalizaçãoPM relata ao STF troca do carregador da tornozeleira de BolsonaroGoverno federal faz mais duas trocas em ministérios antes das eleiçõesDiretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidadeDólar retoma nível pré-guerra e Bolsa sobe com possível acordo com IrãBrasileiro feminino: Bahia derrota América-MG e assume 3ª colocaçãoProdução de petróleo e gás natural do Brasil bate recorde em fevereiroBolão de Presidente Venceslau (SP) leva R$ 101 milhões na Mega-SenaSP Open: após revés, Naná Silva dá volta por cima e avança nas duplasVeja como foi a quinta-feira (17) dos candidatos a presidentePublicações históricas são devolvidas à Biblioteca NacionalEscolas da Bahia e do Pará vencem prêmio nacional de sustentabilidadeSociedade pode se inscrever para integrar delegação do Brasil na COP31Justiça Eleitoral rejeita cerca de 1,2 mil registros de candidaturaMendonça rejeita ação contra reajuste do Bolsa FamíliaPrêmio reconhece pesquisas brasileiras sobre mudanças climáticasSTJ suspende processos sobre aluguel de curta temporada em condomínios
Justiça

STF derruba lei de SC que proibiu cotas raciais nas universidades

Por unanimidade, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta sexta-feira (17) derrubar a lei de Santa Catarina que proibiu a reserva de cotas raciais para ingresso de estudantes em instituições de ensino que recebem verbas públicas do estado. A votação ocorreu no plenário virtual da Corte e foi finalizada com placar de 10 votos a 0. Notícias relacionadas: PGR pede suspensão da lei de Santa Catarina que proibiu cotas raciais. Lei de SC que proíbe cotas raciais é questionada na Jus

Fonte: André Richter - Repórter da Agência Brasil17 de abril de 2026 às 23:531 visualizações
Compartilhar:WhatsAppFacebookX
STF derruba lei de SC que proibiu cotas raciais nas universidades
Foto: Agência Brasil
Por unanimidade, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta sexta-feira (17) derrubar a lei de Santa Catarina que proibiu a reserva de cotas raciais para ingresso de estudantes em instituições de ensino que recebem verbas públicas do estado.

A votação ocorreu no plenário virtual da Corte e foi finalizada com placar de 10 votos a 0.

O plenário julgou ações protocoladas pelo PSOL, PT, PCdoB e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para considerar inconstitucional a Lei 19.722 de 2026, aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador Jorginho Melo.

A norma permite a reserva de vagas somente para pessoas com deficiência, alunos oriundos de escolas públicas ou com base em critérios exclusivamente econômicos.

O julgamento começou na sexta-feira (10), quando o relator, ministro Gilmar Mendes, declarou que a Corte já reconheceu a constitucionalidade das ações afirmativas.

“Não há dúvidas quanto à constitucionalidade, em abstrato, das ações afirmativas baseadas em critérios étnico-raciais”, afirmou.

O voto de Gilmar Mendes foi seguido pelos ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Cristiano Zanin, Edson Fachin e Cármen Lúcia.

Os três últimos votos foram proferidos nesta sexta-feira pelos ministros Luiz Fux, Nunes Marques e André Mendonça.

Censo

Dados do Censo da Educação Superior mostram que 49% dos estudantes que ingressaram por meio da reserva de vagas em universidades federais concluíram a graduação.

Mais em Justiça