Voz da Mídia
AGORA16 de setembro de 2026
Irã não nutre inimizade pelo povo dos EUA, diz Masoud PezeshkianEBC lança edital para programas radiofônicos independentesDF tira parte da área da Serrinha do Paranoá de plano para salvar BRBEm balanço, Marina destaca queda do desmatamento e maior fiscalizaçãoPM relata ao STF troca do carregador da tornozeleira de BolsonaroGoverno federal faz mais duas trocas em ministérios antes das eleiçõesDiretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidadeDólar retoma nível pré-guerra e Bolsa sobe com possível acordo com IrãBrasileiro feminino: Bahia derrota América-MG e assume 3ª colocaçãoProdução de petróleo e gás natural do Brasil bate recorde em fevereiroBrasileiro Feminino: Corinthians abre vantagem para cima do BahiaConfira a agenda dos presidenciáveis nesta quarta-feira (16)Vasco mantém possibilidade de final brasileira na Copa Sul-AmericanaRioprevidência vende em leilão terreno na Ilha dos CaiçarasProjeto musical retorna ao Museu Nacional de Belas Artes após 8 anosRio recupera R$ 153 milhões de esquemas de corrupçãoJustiça do Rio condena homem a 42 de prisão por feminicídioEspecialistas defendem maior regulação de plataformas digitaisBrasil vence Chile na estreia pelo Sul-Americano de vôlei masculinoMega-Sena acumula para R$ 102 milhões; confira os números sorteadosIrã não nutre inimizade pelo povo dos EUA, diz Masoud PezeshkianEBC lança edital para programas radiofônicos independentesDF tira parte da área da Serrinha do Paranoá de plano para salvar BRBEm balanço, Marina destaca queda do desmatamento e maior fiscalizaçãoPM relata ao STF troca do carregador da tornozeleira de BolsonaroGoverno federal faz mais duas trocas em ministérios antes das eleiçõesDiretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidadeDólar retoma nível pré-guerra e Bolsa sobe com possível acordo com IrãBrasileiro feminino: Bahia derrota América-MG e assume 3ª colocaçãoProdução de petróleo e gás natural do Brasil bate recorde em fevereiroBrasileiro Feminino: Corinthians abre vantagem para cima do BahiaConfira a agenda dos presidenciáveis nesta quarta-feira (16)Vasco mantém possibilidade de final brasileira na Copa Sul-AmericanaRioprevidência vende em leilão terreno na Ilha dos CaiçarasProjeto musical retorna ao Museu Nacional de Belas Artes após 8 anosRio recupera R$ 153 milhões de esquemas de corrupçãoJustiça do Rio condena homem a 42 de prisão por feminicídioEspecialistas defendem maior regulação de plataformas digitaisBrasil vence Chile na estreia pelo Sul-Americano de vôlei masculinoMega-Sena acumula para R$ 102 milhões; confira os números sorteados
Saúde

Saúde incorpora transplante da membrana amniótica para tratar diabetes

O Ministério da Saúde incorporou o transplante da membrana amniótica no tratamento do diabetes e de alterações oculares via Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão foi tomada após parecer favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec). Em nota, a pasta informou que a tecnologia passa a ser indicada para transplantes relacionados a feridas crônicas, pé diabético e alterações oculares. A expectativa é que mais de 860 mil pacientes sejam beneficiad

Fonte: Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil16 de abril de 2026 às 16:320 visualizações
Compartilhar:WhatsAppFacebookX
Saúde incorpora transplante da membrana amniótica para tratar diabetes
Foto: Agência Brasil
O Ministério da Saúde incorporou o transplante da membrana amniótica no tratamento do diabetes e de alterações oculares via Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão foi tomada após parecer favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec).

Em nota, a pasta informou que a tecnologia passa a ser indicada para transplantes relacionados a feridas crônicas, pé diabético e alterações oculares. A expectativa é que mais de 860 mil pacientes sejam beneficiados ao ano.

Entenda

A membrana amniótica é um tecido coletado durante o parto e utilizado na medicina regenerativa, com ação anti-inflamatória e cicatrizante que reduz as complicações no tratamento de diversas doenças.

No caso do pé diabético, por exemplo, a tecnologia possibilita uma cicatrização até duas vezes mais rápida das feridas quando comparada aos curativos padrão. No SUS, ela já é utilizada no tratamento de queimaduras extensas desde 2025.

Já em casos de alterações oculares, como pálpebras, glândulas lacrimais e cílios, o tecido auxilia na cicatrização de feridas e pode reduzir a dor, além de otimizar a recuperação da superfície ocular.

“O novo curativo biológico também contribui para a redução do risco de novas lesões e melhora a qualidade da visão, sendo uma opção eficaz, principalmente para casos mais graves ou que não respondem bem aos tratamentos convencionais, como glaucoma, queimaduras oculares, inflamações, perfurações e úlceras da córnea”, destaca o ministério.

Mais em Saúde