Voz da Mídia
AGORA16 de setembro de 2026
Irã não nutre inimizade pelo povo dos EUA, diz Masoud PezeshkianEBC lança edital para programas radiofônicos independentesDF tira parte da área da Serrinha do Paranoá de plano para salvar BRBEm balanço, Marina destaca queda do desmatamento e maior fiscalizaçãoPM relata ao STF troca do carregador da tornozeleira de BolsonaroGoverno federal faz mais duas trocas em ministérios antes das eleiçõesDiretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidadeDólar retoma nível pré-guerra e Bolsa sobe com possível acordo com IrãBrasileiro feminino: Bahia derrota América-MG e assume 3ª colocaçãoProdução de petróleo e gás natural do Brasil bate recorde em fevereiroTrump cita PCC e CV e diz que Brasil não conseguiu enfrentar facçõesPolítica nacional vai estimular pesquisa de minerais críticos no paísApreensão de armas aumenta 10,3% no Rio em 2026BC reduz juros básicos para 13,75% ao anoFilme Feito Pipa é escolhido para representar Brasil no Oscar 2027Testes clínicos fase 1 da polilaminina começam este mêsMudanças climáticas figuram como crise de saúde pública, diz PadilhaPetrobras tem maior margem de lucro entre grandes petroleiras mundiaisAndes lança documentário sobre a importância da educação e ciênciaSTF retoma sessões após suspensão de casos Moraes e MendonçaIrã não nutre inimizade pelo povo dos EUA, diz Masoud PezeshkianEBC lança edital para programas radiofônicos independentesDF tira parte da área da Serrinha do Paranoá de plano para salvar BRBEm balanço, Marina destaca queda do desmatamento e maior fiscalizaçãoPM relata ao STF troca do carregador da tornozeleira de BolsonaroGoverno federal faz mais duas trocas em ministérios antes das eleiçõesDiretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidadeDólar retoma nível pré-guerra e Bolsa sobe com possível acordo com IrãBrasileiro feminino: Bahia derrota América-MG e assume 3ª colocaçãoProdução de petróleo e gás natural do Brasil bate recorde em fevereiroTrump cita PCC e CV e diz que Brasil não conseguiu enfrentar facçõesPolítica nacional vai estimular pesquisa de minerais críticos no paísApreensão de armas aumenta 10,3% no Rio em 2026BC reduz juros básicos para 13,75% ao anoFilme Feito Pipa é escolhido para representar Brasil no Oscar 2027Testes clínicos fase 1 da polilaminina começam este mêsMudanças climáticas figuram como crise de saúde pública, diz PadilhaPetrobras tem maior margem de lucro entre grandes petroleiras mundiaisAndes lança documentário sobre a importância da educação e ciênciaSTF retoma sessões após suspensão de casos Moraes e Mendonça
Justiça

Organizações pedem rapidez ao STF no julgamento da Lei Cota Zero no MT

O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu na segunda-feira (29) um conjunto de informações e estudos com um pedido de maior rapidez no julgamento de duas ações diretas de inconstitucionalidade das leis de Mato Grosso 12.434/24 e 12.197/23, que proíbem a comercialização e transporte de pescados no estado. A petição, apresentada pelo Fórum Popular Socioambiental de Mato Grosso (Formad) e outras organizações ambientais, aponta efeitos negativos das leis estaduais pelo período de cinco anos. Entre os

Fonte: Fabíola Sinimbú - Repórter da Agência Brasil30 de junho de 2026 às 18:210 visualizações
Compartilhar:WhatsAppFacebookX
Organizações pedem rapidez ao STF no julgamento da Lei Cota Zero no MT
Foto: Agência Brasil
O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu na segunda-feira (29) um conjunto de informações e estudos com um pedido de maior rapidez no julgamento de duas ações diretas de inconstitucionalidade das leis de Mato Grosso 12.434/24 e 12.197/23, que proíbem a comercialização e transporte de pescados no estado.

A petição, apresentada pelo Fórum Popular Socioambiental de Mato Grosso (Formad) e outras organizações ambientais, aponta efeitos negativos das leis estaduais pelo período de cinco anos. Entre os impactos, estão as perdas econômicas e a baixa assistência aos pescadores afetados.

De acordo com a documentação apresentada, a justificativa para a criação da lei seria de dano ao meio ambiente, mas as propostas de estudo das espécies ameaçadas e os projetos de recuperação das populações de peixes como a Piraíba e Dourada nunca foram efetivados.

A petição destaca “que a justificativa de proteger o meio ambiente não é verídica, como tampouco foi prioridade desde o advento da mudança legislativa na política estadual da pesca”.

As organizações sociais argumentam ainda que haveria a exclusão de mais de 83% dos pescadores artesanais do estado ao direito de receber auxílio pecuniário, por exigir escolaridade para o registro profissional necessário para acessar o benefício.

“Foram omitidos os impactos aos pescadores artesanais, tais como afetação do modo de vida tradicional, insegurança alimentar, enfraquecimento das comunidades ribeirinhas, perda de renda, marginalização e vulnerabilização social. Por outro lado, apresentou-se dados positivos à estruturação do turismo de pesca”, reforça a petição.

O documento aponta ainda uma nota técnica de estudo da organização social WWF-Brasil, que estimou a perda de rendimento direto pela comercialização em R$ 21,04 milhões ao ano e um prejuízo socioeconômico de R$ 33,89 milhões anuais somente na região da Bacia Hidrográfica do Alto Paraguai.

O estudo aponta ainda que em todo o estado a pesca profissional artesanal é responsável por gerar R$ 102,7 milhões ao ano, sendo mais da metade - R$ 59 milhões - oriunda da venda do pescado.

Já o turismo de pesca, única atividade favorecida pelas legislações, segundo as organizações sociais, gera R$ 54,9 milhões ao ano.

A Assessoria de Imprensa do governo do Mato Grosso foi procurada pela Agência Brasil para esclarecer os critérios de acesso aos benefícios compensatórios oferecidos aos pescadores, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania, e para se manifestar sobre a inexistência dos projetos de recuperação das populações de espécies de peixes, e está aberta a manifestações.

Mais em Justiça