Voz da Mídia
AGORA15 de setembro de 2026
Irã não nutre inimizade pelo povo dos EUA, diz Masoud PezeshkianEBC lança edital para programas radiofônicos independentesDF tira parte da área da Serrinha do Paranoá de plano para salvar BRBEm balanço, Marina destaca queda do desmatamento e maior fiscalizaçãoPM relata ao STF troca do carregador da tornozeleira de BolsonaroGoverno federal faz mais duas trocas em ministérios antes das eleiçõesDiretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidadeDólar retoma nível pré-guerra e Bolsa sobe com possível acordo com IrãBrasileiro feminino: Bahia derrota América-MG e assume 3ª colocaçãoProdução de petróleo e gás natural do Brasil bate recorde em fevereiroChuvas deixam 152 famílias em abrigos no Vale do Ribeira (SP)Caixa muda horário do sorteio da Lotofácil da IndependênciaCacique Raoni, de 94 anos, recebe cuidados paliativos em Mato GrossoFlávio e PL lideram uso indevido de IA, diz observatórioConselho regulamenta crédito para taxistas e motoristas de aplicativoConfira como foi a segunda-feira (14) dos candidatos a presidenteBrasil e EUA voltarão a discutir tarifas em encontro do G20Dólar sobe e fecha perto de R$ 5,15 com aversão a riscoSetembro registra recorde de chuva na capital paulistaPrograma que dá crédito a motoristas de app se torna permanenteIrã não nutre inimizade pelo povo dos EUA, diz Masoud PezeshkianEBC lança edital para programas radiofônicos independentesDF tira parte da área da Serrinha do Paranoá de plano para salvar BRBEm balanço, Marina destaca queda do desmatamento e maior fiscalizaçãoPM relata ao STF troca do carregador da tornozeleira de BolsonaroGoverno federal faz mais duas trocas em ministérios antes das eleiçõesDiretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidadeDólar retoma nível pré-guerra e Bolsa sobe com possível acordo com IrãBrasileiro feminino: Bahia derrota América-MG e assume 3ª colocaçãoProdução de petróleo e gás natural do Brasil bate recorde em fevereiroChuvas deixam 152 famílias em abrigos no Vale do Ribeira (SP)Caixa muda horário do sorteio da Lotofácil da IndependênciaCacique Raoni, de 94 anos, recebe cuidados paliativos em Mato GrossoFlávio e PL lideram uso indevido de IA, diz observatórioConselho regulamenta crédito para taxistas e motoristas de aplicativoConfira como foi a segunda-feira (14) dos candidatos a presidenteBrasil e EUA voltarão a discutir tarifas em encontro do G20Dólar sobe e fecha perto de R$ 5,15 com aversão a riscoSetembro registra recorde de chuva na capital paulistaPrograma que dá crédito a motoristas de app se torna permanente
Esportes

Isaquias Queiroz fica longe do pódio do Mundial de canoagem na Polônia

Cinco vezes medalhista olímpico, o brasileiro Isaquias Queiroz ficou longe do pódio da prova C1 1000 do Campeonato Mundial de Canoagem de velocidade em Poznan (Polônia). Nesta sexta-feira (28), o canoísta baiano de 32 anos cruzou a linha de chegada da final na última posição (9º lugar). Houve empate na chegada com dois atletas cravando o mesmo tempo: 4min07s44. A medalha de ouro foi dividida entre o tcheco Martin Fuksa, atual campeão olímpico, e o húngaro Daniel Fejes. O bronze ficou com o ucran

Fonte: Agência Brasil28 de agosto de 2026 às 22:042 visualizações
Compartilhar:WhatsAppFacebookX
Isaquias Queiroz fica longe do pódio do Mundial de canoagem na Polônia
Foto: Agência Brasil
Cinco vezes medalhista olímpico, o brasileiro Isaquias Queiroz ficou longe do pódio da prova C1 1000 do Campeonato Mundial de Canoagem de velocidade em Poznan (Polônia). Nesta sexta-feira (28), o canoísta baiano de 32 anos cruzou a linha de chegada da final na última posição (9º lugar).

Houve empate na chegada com dois atletas cravando o mesmo tempo: 4min07s44. A medalha de ouro foi dividida entre o tcheco Martin Fuksa, atual campeão olímpico, e o húngaro Daniel Fejes. O bronze ficou com o ucraniano Zakhar Tarnovschi (4min08s74).

“Eu sabia que ia ser uma prova difícil. Lógico que queria o pódio, mas fico feliz pelo que fiz aqui. Esse ano está sendo meio complicado para mim, diferente. Tive que fazer cirurgia no olho, problema também no quadril que não me deixava correr — revelou Isaquias em entrevista ao Sportv.

“Foi uma prova bem difícil no começo. Tinha muito, muito vento. Mas o ritmo é bem mais difícil na final, é outra pegada, ninguém tem mais nada a perder. Tentei acompanhar, mas a falta de ritmo pesa muito”, lamentou o baiano, que assegurou presença na final com o segundo melhor tempo (4min23s65) das baterias das semifinais.

Isaquias coleciona 14 medalhas em Mundiais – sete de ouro tanto em provas C1 1000 quanto em C1 500m e C2 1000 (ao lado de Erlon Silva – entre 2013 e 2022. Ele foi finalista na edição de 2023, mas não levou medalha e não competiu no Mundial de 2025 em razão de uma gripe. O brasileiro soma ainda cinco pódio olímpicos (três na Rio 2016, ouro em Tóquio 2020 e prata em Paris 2024). 

O canoísta baiano volta a competir neste sábado (29), às 9h30 (horário de Brasília) na final do C1 500m com transmissão ao vivo no canal do Time Brasil no YouTube.

Outros resultados

Também baiano, Gabriel Nascimento ficou a 24 centésimos de conquistar o bronze no mundial na final da prova C1 200m. O atleta de 20 anos, apontado como o sucessor de Isaquias Queiroz, cruzou a linha de chegada em quarto lugar, como tempo de 41s19. O ouro ficou com o polonês Oleksii Koliadych (40s95), seguido do uzbeque Artur Guliyev (41s05), com a prata, e o bielorrusso Andrei Zholobov (41s15), com o bronze.

Mais em Esportes