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AGORA01 de julho de 2026
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Internacional

Hungria tem eleições neste domingo e Orbán pode deixar o poder

Os húngaros vão às urnas neste domingo (12) para escolher 199 deputados na Assembleia Nacional que, posteriormente, vão eleger o primeiro-ministro. O nacionalista Viktor Orbán, aliado tanto de Donald Trump quanto de Vladimir Putin, ocupa o cargo há 16 anos e tem chances reais de ser derrotado. Seu rival nestas eleições, Peter Magyar, do partido de centro-direita Tisza, lidera as pesquisas. Notícias relacionadas: Comissão Europeia pede que Hungria permita parada LGBT de Budapeste. Milhares prote

Fonte: Agência Brasil*11 de abril de 2026 às 18:570 visualizações
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Hungria tem eleições neste domingo e Orbán pode deixar o poder
Foto: Agência Brasil
Os húngaros vão às urnas neste domingo (12) para escolher 199 deputados na Assembleia Nacional que, posteriormente, vão eleger o primeiro-ministro.

O nacionalista Viktor Orbán, aliado tanto de Donald Trump quanto de Vladimir Putin, ocupa o cargo há 16 anos e tem chances reais de ser derrotado. Seu rival nestas eleições, Peter Magyar, do partido de centro-direita Tisza, lidera as pesquisas.

Porém, de acordo com a agência Reuters, há grande número de eleitores indecisos e alta proporção de húngaros étnicos nos países vizinhos que, em sua maioria, apoiam o partido governista Fidesz.

O cenário de estagnação econômica, aumento do custo de vida e enriquecimento de oligarcas próximos ao governo comprometeram a imagem de Orbán junto aos eleitores.

Magyar, de 45 anos, promete combater a corrupção, liberar bilhões de euros de fundos congelados da União Europeia, taxar os mais ricos e reformar o sistema de saúde húngaro. Ele também pretende distanciar a Hungria da Rússia e evitar que seu país se torne um “fantoche russo”.

A eleição deste domingo é considerada muito importante para o país que reúne 9,6 milhões de habitantes, além de despertar atenção de toda a Europa.

“A Rússia considera a Hungria como um importante interlocutor dentro da União Europeia, mantendo laços energéticos e adotando, de longe, o tom mais duro em relação à Ucrânia do que qualquer outro país da UE. Nos Estados Unidos, a Hungria tem chamado a atenção como um laboratório de política soberanista”, explicou Gregoire Roos, diretor dos Programas para Europa, Rússia, e Eurásia da Chataham House, à Reuters.

*Com informações da Reuters.

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