Voz da Mídia
AGORA19 de setembro de 2026
Irã não nutre inimizade pelo povo dos EUA, diz Masoud PezeshkianEBC lança edital para programas radiofônicos independentesDF tira parte da área da Serrinha do Paranoá de plano para salvar BRBEm balanço, Marina destaca queda do desmatamento e maior fiscalizaçãoPM relata ao STF troca do carregador da tornozeleira de BolsonaroGoverno federal faz mais duas trocas em ministérios antes das eleiçõesDiretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidadeDólar retoma nível pré-guerra e Bolsa sobe com possível acordo com IrãBrasileiro feminino: Bahia derrota América-MG e assume 3ª colocaçãoProdução de petróleo e gás natural do Brasil bate recorde em fevereiroVeja como foi a sexta-feira (18) dos candidatos a presidenteSTF tem maioria para manter condenação de Eduardo BolsonaroJustiça aumenta indenização a estudantes vítimas de racismo na UerjGilmar Mendes valida reajuste do Bolsa FamíliaAGU pede que STF reconheça validade do reajuste do Bolsa FamíliaEx-vereador Milton Leite se entrega à polícia após operação contra PCCCartilha reúne orientações para a redação do Enem 2026Aposentado ou pensionista que votar não precisará fazer Prova de VidaNaná e Victória caem, mas Luisa Stefani vai às semifinais do SP OpenLula rebate Trump ao falar sobre retomada de territórios no RioIrã não nutre inimizade pelo povo dos EUA, diz Masoud PezeshkianEBC lança edital para programas radiofônicos independentesDF tira parte da área da Serrinha do Paranoá de plano para salvar BRBEm balanço, Marina destaca queda do desmatamento e maior fiscalizaçãoPM relata ao STF troca do carregador da tornozeleira de BolsonaroGoverno federal faz mais duas trocas em ministérios antes das eleiçõesDiretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidadeDólar retoma nível pré-guerra e Bolsa sobe com possível acordo com IrãBrasileiro feminino: Bahia derrota América-MG e assume 3ª colocaçãoProdução de petróleo e gás natural do Brasil bate recorde em fevereiroVeja como foi a sexta-feira (18) dos candidatos a presidenteSTF tem maioria para manter condenação de Eduardo BolsonaroJustiça aumenta indenização a estudantes vítimas de racismo na UerjGilmar Mendes valida reajuste do Bolsa FamíliaAGU pede que STF reconheça validade do reajuste do Bolsa FamíliaEx-vereador Milton Leite se entrega à polícia após operação contra PCCCartilha reúne orientações para a redação do Enem 2026Aposentado ou pensionista que votar não precisará fazer Prova de VidaNaná e Victória caem, mas Luisa Stefani vai às semifinais do SP OpenLula rebate Trump ao falar sobre retomada de territórios no Rio
Justiça

Dino profere segundo voto contra lei de SC que proibiu cotas raciais

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), proferiu nesta sexta-feira (10) o segundo voto para derrubar a lei de Santa Catarina que proibiu a reserva de cotas raciais para ingresso de estudantes em instituições de ensino que recebem verbas públicas do estado. Mais cedo, o plenário virtual da Corte iniciou o julgamento de ações que pedem o reconhecimento da inconstitucionalidade da norma. Até o momento, o placar do julgamento está 2 votos a 0. Notícias relacionadas: Justiça de SC

Fonte: André Richter - Repórter da Agência Brasil10 de abril de 2026 às 20:440 visualizações
Compartilhar:WhatsAppFacebookX
Dino profere segundo voto contra lei de SC que proibiu cotas raciais
Foto: Agência Brasil
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), proferiu nesta sexta-feira (10) o segundo voto para derrubar a lei de Santa Catarina que proibiu a reserva de cotas raciais para ingresso de estudantes em instituições de ensino que recebem verbas públicas do estado.

Mais cedo, o plenário virtual da Corte iniciou o julgamento de ações que pedem o reconhecimento da inconstitucionalidade da norma. Até o momento, o placar do julgamento está 2 votos a 0.

Dino disse que a lei foi aprovada com base em um fundamento que foi considerado inconstitucional pela Corte. A política de cotas já foi validada diversas vezes pelo tribunal. 

"A lei impugnada não apenas se funda em premissa já repelida por esta Corte, como também resulta de processo legislativo marcado por evidente déficit de deliberação qualificada, desprovido de avaliação empírica mínima acerca dos efeitos e da necessidade de supressão da política pública em questão", afirmou Dino.

O primeiro voto foi proferido pelo relator do caso, ministro Gilmar Mendes.

“Não há dúvidas quanto à constitucionalidade, em abstrato, das ações afirmativas baseadas em critérios étnico-raciais”, acrescentou. 

O plenário julga ações protocoladas pelo PSOL, PT, PCdoB e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para considerar a norma inconstitucional.

A Lei 19.722 de 2026 foi aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador Jorginho Melo.

A norma permite a reserva de vagas somente para pessoas com deficiência, alunos oriundos de escolas públicas ou com base em critérios exclusivamente econômicos.

O julgamento virtual prossegue até a próxima sexta-feira (17). Mais oito ministros vão votar.

Mais em Justiça