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Meio Ambiente

Após dias desaparecido, elefante-marinho é encontrado morto em Alagoas

Após ficar desaparecido desde o dia 27, Leôncio, o elefante-marinho que aportou no litoral alagoano há 20 dias, foi encontrado morto, segundo informou nesta terça-feira (31) o Instituto Biota de Conservação, que estava monitorando o animal. O corpo de Leôncio foi encontrado no final da tarde desta terça-feira no povoado de Lagoa Azeda, em Jequiá da Praia. “Nesse momento a nossa equipe está em deslocamento para recuperar o corpo e descobrir se é o mesmo animal e o que causou o óbito”, disse o Ins

Fonte: Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil31 de março de 2026 às 22:320 visualizações
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Após dias desaparecido, elefante-marinho é encontrado morto em Alagoas
Foto: Agência Brasil
Após ficar desaparecido desde o dia 27, Leôncio, o elefante-marinho que aportou no litoral alagoano há 20 dias, foi encontrado morto, segundo informou nesta terça-feira (31) o Instituto Biota de Conservação, que estava monitorando o animal. O corpo de Leôncio foi encontrado no final da tarde desta terça-feira no povoado de Lagoa Azeda, em Jequiá da Praia.

“Nesse momento a nossa equipe está em deslocamento para recuperar o corpo e descobrir se é o mesmo animal e o que causou o óbito”, disse o Instituto Biota de Conservação, em nota.

Leôncio, que recebeu o nome após uma campanha nas redes sociais, chegou no litoral de Alagoas no dia 11 e desde então ficou passeando pelas areias das praias de Ipioca e Garça, na capital, Maceió, e em Barra de Santo Antônio, em Paripueira.

Desde o desaparecimento, no dia 27, a equipe vinha fazendo buscas por Leôncio. Entre os pontos de monitoramento estavam a praia do Gunga, no município de Roteiro, e o Pontal do Peba, em Piaçabuçu, no litoral sul alagoano.

Segundo o instituto, Leôncio estava em um processo de muda de pelagem - comum para a espécie - que pode levar de 1 a 4 semanas. Neste período é comum que os elefantes-marinhos fiquem na praia, descansando, enquanto completam o processo.

Desde que foi avistado, Leôncio foi alvo de perturbação por parte de moradores locais. Em razão disso, o instituto lançou um alerta pedindo para que as pessoas respeitassem o espaço do animal

“Enquanto ele esteve aqui, cumprimos nossa função no monitoramento, garantindo sua segurança e repouso e divulgando todos os cuidados necessários”, diz a nota.

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